Seguidores

728x90_zanox_Oferta da Semana
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Análise do novo percurso da São Silvestre 2012


Treinador analisa percurso da São Silvestre 2012

Depois de muitos protestos e reclamações na edição passada, a 88ª Corrida de São Silvestre volta a ter a chegada na Paulista, e apresenta algumas mudanças em seu percurso, além do horário, que pela primeira vez passou para a parte da manhã. Madrugamos em um domingo, fizemos o percurso com o pessoal do jornal Folha de São Paulo e abaixo segue um resumo dos principais pontos da prova, além de algumas dicas importantes que poderão colaborar com seu desempenho.






Largada: Tradicionalmente em frente ao monumental MASP (Museu de Artes de São Paulo), este ano o site da organização divulga que a largada será nas proximidades da Alameda Ministro Azevedo, alguns metros à frente. Como a largada não será ampliada para duas vias e nem será dada em ondas, com a maior quantidade de inscritos - a organização espera cerca de 25.000 - ficará ainda mais difícil correr, caso você não largue nos pelotões de elite.

Se chegar cedo para pegar um bom lugar ficará ali espremido por muito tempo e certamente terá sua prova comprometida. O negócio é sair lá atrás, relaxar e correr mais para curtir a prova, sem muita preocupação de tempo. Caso saia nos pelotões de elite, recomendamos que aqueça bem e treine para sair forte, pois a multidão sai desenfreada e poderá te atropelar. Pelos mesmos motivos, procure largar mais pelas laterais e não pelo meio, onde mais gente fica concentrada.

Primeiro km: Após 500 metros de reta, o corredor já encontrará o Túnel José Roberto Fanganiello Melhem, com leve descida - a 1.a do percurso - e em seguida leve subida. Até ali a massa estará caminhando ou trotando muito leve, dado a grande quantidade de participantes. Não se preocupe com o tempo nesse momento da prova, pois realmente, nessas condições, será muito difícil correr. Já os corredores de elite e mais experientes poderão até acelerar e ganhar alguns preciosos segundos, sabendo que em seguida haverá descidas longas e a possibilidade de recuperar o fôlego.

Segunda descida: Seguindo a Av. Dr. Arnaldo, com cerca de 1.100 metros de prova, em frente ao Hospital Emílio Ribas, haverá uma curva à direita e a grande e íngreme descida da Rua Major Natanael. É sem dúvida um dos pontos mais arriscados e polêmicos da prova, onde o ritmo deverá ser muito controlado e consciente.

É possível que o fluxo da massa já esteja melhor, mas ainda não valerá a pena querer correr forte e tentar recuperar o tempo perdido, pois o corredor poderá se machucar e ou comprometer o restante da prova. Procure inclinar um pouco o tronco para trás e amortecer mais com os calcanhares, poupando bem seus joelhos e evitando queda para frente. Caso esteja chovendo o cuidado deverá ser dobrado.

Terceira descida: Passada a Major Natanael, esse ano o percurso irá pelo lado direito do famoso Estádio do Pacaembu e o corredor encontrará mais uma descida bem íngreme pelo caminho. A técnica e a preocupação deve ser a mesma. Nada de tentar correr forte, pois a prova ainda estará no começo.

Imagino que a maioria dos atletas de elite passará em ritmo forte, mas mesmo estando bem preparados, alguns também poderão pagar o preço mais para frente, pois o ditado “ para baixo todo santo ajuda” é um grande engano.

Encontrando seu ritmo: Finalmente passamos o estádio e seguimos no sentido centro da cidade, com leve inclinação da Pacaembu. Com três quilômetros de prova e melhor fluxo, já dará para ter uma noção de como realmente estará seu corpo no dia. Momento de finalmente começar a correr em seu ritmo.

Mudanças: Seguindo a Pacaembu por cerca de mais dois quilômetros, haverá uma entrada à direita, na Rua Margarida, em seguida a Alameda Olga, onde há uma segunda subida acentuada de aproximadamente 300 metros. Esta será uma das mudanças do percurso, seguindo por mais quatro ruas e avenidas novas: Tagipuru, Fuad Naufel (quinta descida), Auro Soares e Mario de Andrade para passar em frente ao Memorial da América Latina. Ao atravessar a Pacaembu, seguir uns 200 metros em frente e retornar novamente a Pacaembu, estando com cerca de seis quilômetros de prova.

Terceira subida e sexta descida: Viaduto Pacaembú com subida curta, mas considerável e a céu aberto e logo em seguida descida na altura de 6.200 metros de prova. Dá para tentar subir mais rápido e em seguida recuperar o fôlego na descida. Seguindo então pelas avenidas Dr. Abraão Ribeiro, Marquês de São Vicente e Rua Norma Pieruccini Giannotti, que são planas, porém totalmente desprovidas de sombra.

Quarta subida e ponto bem crítico: Viaduto Eng. Orlando Murgel - Muito se falou da subida da Brigadeiro, mas acreditamos que este seja um dos pontos mais difíceis da prova. Ele começa bem no quilômetro oito, com uma elevada subida e sem qualquer tipo de sombra, salvo se o tempo estiver nublado.

Em algumas edições, os vencedores da prova começaram destacar-se dos demais por ali. É um ponto onde o corredor deve agora inclinar o tronco mais à frente, pisar mais com a parte anterior dos pés, movimentar mais os braços e procurar não olhar muito para frente, para não se assustar com a inclinação.

Para muita gente a corrida é comprometida ou até mesmo termina por ali. Passada a subida vem uma descida leve (sétima), e em seguida uma leve subida, que seria a quinta da prova, para depois entrar na Av. Rio Branco, ponto também longo e plano.

Mais novidades no percurso: Av. Duque de Caxias, pista da direita (no contra fluxo), como ocorria nas edições anteriores à de 2011; a Av. São João, em um trecho inédito, e o Largo do Arouche, completando dez quilômetros ou dois terços da prova.

Av. Vieira de Carvalho, sentido Bairro, Praça da Republica, contornada pelo lado de trás, Av. Ipiranga (no contra fluxo) e novamente a Av. São João ( também no contra fluxo) passando pelos pontos antigos do Largo do Paysandu, Rua Conselheiro Crispiniano(sexta subida), Praça Ramos de Azevedo, o tão belo Teatro Municipal, Viaduto do Chá e Rua Líbero Badaró.

Mais subida na prova: Com cerca de 12,5 quilômetros de prova passa-se pelo Largo São Francisco, ponto onde há também uma íngreme subida, que será a sétima do percurso e última antes da temida Brigadeiro. Vale fazer um pouco mais de esforço para subi-la, pois bem em seguida haverá um trecho plano e uma leve descida (oitava), onde o corredor poderá se recuperar, organizar suas forças e concentrar para finalmente começar a subir a Brigadeiro Luis Antônio.

Av. Brig. Luís Antônio, oitava e última subida: Praticamente dois quilômetros de subida, porém com bastante sombra e muita gente incentivando no percurso. Aqueles que costumam treinar subidas, dê preferência no final dos treinos, e que se pouparem mais durante a prova, provavelmente tirarão de letra. 

Mais uma vez vale inclinar o tronco a frente, pisar mais com a parte da frente dos pés, movimentar mais os braços, não olhar muito para cima, concentrar-se ao máximo ou receber o maravilhoso carinho e incentivo das pessoas. Ela é sim muito dura, principalmente no quilômetro 14, bem embaixo ao Viaduto 13 de Maio. Mas a garra, a determinação, as muitas sombras e o incentivo da população serão grandes aliados.

Chegada: Finalmente termina a subida aos 14.500 metros. Dali já será possível avistar a tão esperada curva da Avenida Paulista. Entra-se à direita como nos bons tempos (eu acreditava que a organização iria ceder à pressão) e corre-se os últimos 500 metros, passando triunfante em frente às arquibancadas, recebendo o imenso carinho da população para completar os 15 quilômetros, cruzar a tão almejada faixa de largada e comemorar muito!




Texto escrito pelo Treinador Nelson Evêncio e retira do site www.webrun.com.br

http://webrun.uol.com.br/corridasderua/n/percurso-da-sao-silvestre-2012/14319

sábado, 27 de outubro de 2012

Por que dói? Joelho de corredor


A dor anterior do joelho é tão falada entre os praticantes de corrida que virou “joelho de corredor”

Imagem: Erika Onodera


A síndrome da dor ou desordem fêmoro-patelar acomete tanto os corredores que o diagnóstico das também conhecidas como condromalácia patelar, instabilidade patelofemoral ou tendinite patelar ganharam o apelido de “joelho de corredor”. Trata-se de dores nos joelhos, resultado de degeneração da cartilagem atrás da patela (ou rótula), em contato com o fêmur (osso da coxa). O apelido só não faz justiça porque a incidência também é grande entre jogadores de futebol, tenistas e ciclistas.
A dor, em pressão ou agulhadas, nasce no início da corrida — e também ao escalar, agachar, enfrentar escadas ou simplesmente permanecer sentado por cerca de 30 minutos (no cinema, por exemplo). A partir daí ela pode ser entendida como estágio inicial de um problema patelofemoral, depois que uma sobrecarga na atividade física, com extensão e flexão dos joelhos (musculação com aparelhos, step, agachamentos etc.), causou reações infamatórias e danos estruturais às articulações dos joelhos — um trauma crônico por fricção entre a cartilagem que protege a patela e os sulcos no fêmur (côndilos).
A condromalácia (condro: cartilagem e malácia: doença) significa exatamente o amolecimento dessa proteção na patela, o que aumenta a compressão entre esses ossos durante o movimento, causando irritação e dor.
Isso acontece porque o joelho já foi exposto a exageros nas corridas ou em outras atividades que provocaram microtraumas por repetição. Ou porque, já fora de seu movimento normal (em instabilidade ou lateralização), o conjunto articular sofre com o desequilíbrio de forças entre os músculos laterais e mediais da coxa, e também por causa do chamado joelho para dentro (valgo) — diagnosticado de oito a dez vezes mais em mulheres, por causa do osso do quadril mais largo.
A condromalácia patelar apresenta diferentes estágios, conforme o grau de degeneração da cartilagem: amolecimento, fragmentação ou fissuras, até a erosão ou perda total. Por isso há necessidade de consulta clínica imediata, ainda no início das dores. Se o atleta insistir, as fissuras na cartilagem podem expor os ossos à fricção, aumentar consideravelmente as dores e causar inchaço no joelho afetado. O tratamento cirúrgico é o último recurso, pois causará limitação da atividade esportiva.
Causas
• trauma por fricção crônica de força excessiva aplicada ao joelho
• evolução agressiva dos treinos e insistência em atividades com dor
• joelho valgo, conformação do quadril no sexo feminino, pronação acentuada dos pés, tênis inadequados
• trauma por impacto local ou estágio precoce de artrose
 Sintomas
• dores acentuadas, à frente e ao redor do joelho, ao correr, subir e descer escadas ou agachar
• estalos ou crepitação, audíveis, ao esticar ou flexionar o joelho
• dor ou ardência ao permanecer com o joelho flexionado por cerca de 30 minutos
Tratamento
• interrupção da corrida e repouso
• gelo, anti-inflamatórios, analgésicos e fisioterapia para redução da dor e regeneração dos tecidos
• fortalecer toda a musculatura da coxa, em particular o quadríceps e os internos da coxa (vasto medial e oblíquo)
 Prevenção
• com dor, interromper a corrida e buscar tratamento
• reforçar músculos para equilibrar forças na corrida
• manter fortalecidos a panturrilha, o posterior, a lateral e o quadríceps na coxa
• fazer alongamentos nos dias sem corrida
• evitar manter o joelho flexionado a mais de 90 graus
• manter peso relativo à altura, atenção à corrida em declives e ao uso de tênis corretos e até de salto alto
• observar boas condições de uso dos tênis de corrida e seu tipo de pisada
Retorno à corrida
• após equilibrar a força das pernas compor meio de musculação
• quando não mais sentir dor ao:
dobrar os joelhos ou esticar completamente a perna
caminhar e correr em linha reta, com viradas acentuadas e em “8”
pular com o joelho tratado ou com ambas as pernas

- Fontes dr. Henrique cabrita, ortopedista pela usp (universidade de são paulo), assistente do grupo do quadril do hospital das clínicas USP-SP, médico especialista em medicina esportiva, quadril e artroscopia do instituto vita. Maratonista, já completou cinco provas de 42 km.
(Matéria publicada na Revista O2 nº 114, outubro de 2012)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Fortaleça os músculos e corra melhor !!

9a
A MAIORIA dos corredores foge da musculação e dos treinos de fortalecimento, mas eles são fundamentais na prática de corrida, pois ajudam a prevenir lesões e a melhorar a performance. Camila Chiacchio, coordenadora técnica da academia Runner, unidade Klabin, em São Paulo, preparou uma série ideal para corredores. Com intensidade moderada, os exercícios de fácil execução podem ser feitos na academia ou até mesmo em praças e parques (com a ajuda de apenas um elástico), facilitando a rotina de treinamento. Segundo Camila, “são exercícios trabalham os grupos musculares mais requisitados na corrida e promovem o fortalecimento, proporcionando maior estabilidade das articulações e prevenindo contra as lesões decorrentes de sobrecarga e impacto”.

Flexão de braço

Posição inicial: coluna reta, abdome e glúteos contraídos, pés apoiados no chão, ligeiramente afastados, mãos apoiadas no chão, na linha dos ombros.
Execução: realizar flexão e extensão dos cotovelos e ombros até seu limite confortável, buscando aumentar essa amplitude sempre que possível, sem prejudicar a postura correta de execução. As mulheres podem realizar esse exercício com apoio dos joelhos (exemplo abaixo, terceira foto da esquerda para direita).
Músculos solicitados: peitoral e tríceps
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições
1final

Remada com auxílio do elástico

Posição inicial: em pé, pés ligeiramente afastados, joelhos levemente flexionados, coluna reta e abdome contraído. O elástico deve estar preso em um apoio firme.
Execução: realizar flexão e extensão dos cotovelos, trazendo as mãos até a lateral do tronco, na altura entre a cintura e o peitoral.
Músculos solicitados: costas e bíceps
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições
2 final

Afundo

Posição inicial: em pé, pés afastados na distância de um passo largo, coluna reta e abdome contraído.
Execução: um passo a frente, flexão e extensão dos joelhos e quadris, formando um ângulo de 90° nas duas pernas, na fase de descida do movimento. Ênfase na musculatura anterior da coxa e glúteos da perna à frente.
Músculos solicitados: quadríceps e glúteos
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições para cada perna
3 final

Flexão de perna em pé

Posição inicial: coluna reta e abdome contraído, pés paralelos, mãos apoiadas em uma superfície firme.
Execução: flexão de joelho.
Músculos solicitados: Posteriores da coxa
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições para cada perna
4 final

Panturilha em pé

Posição inicial: pés ligeiramente afastados, coluna reta e abdome contraído.
Execução: flexão e extensão de tornozelos. Utilizar um degrau como apoio para a ponta dos pés aumenta a amplitude e a dificuldade do exercício
Músculos solicitados: gastrocnêmios e sóleo
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições para cada perna
5 final

Elevação lateral com auxílio do elástico

Posição inicial: em pé, pés paralelos apoiados no centro do elástico, coluna reta, abdome contraído.
Execução: flexão de ombros, mantendo os cotovelos estendidos, levando o elástico até a altura do ombro.
Músculos solicitados: deltóides (ombros)
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições
6 final

Prancha dorsal

Posição inicial: deitado em decúbito dorsal, joelhos flexionados, pés ligeiramente afastados apoiados no chão, braços alinhados ao lado do tronco.
Execução: elevação de quadril, com contração abdominal e de glúteos, movimento lento. Músculos solicitados: estabilizadores da coluna
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições
7final

Abdominal reto

Posição inicial: deitado em decúbito dorsal, joelhos flexionados e pés ligeiramente afastados apoiados no chão. Mãos apoiadas atrás da cabeça.
Execução: flexionar o tronco, contraindo a musculatura abdominal
Músculos solicitados: abdominal.
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições
8final

Abdominal oblíquo

Posição inicial: deitado em decúbito dorsal, joelhos flexionados e pés ligeiramente afastados apoiados no chão. Mãos apoiadas atrás da cabeça.
Execução: Flexionar o tronco diagonalmente, levando o cotovelo direito em direção ao joelho esquerdo. Terminada 1 série, fazer o movimento levando o cotovelo esquerdo em direção ao joelho direito.
Músculos solicitados: abdominal, com ênfase na musculatura oblíqua do abdome
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições para cada lado
9 final
- da Redação (Tatiana Gomes)
Fonte:
Publicação retirada do jornal da corrida
http://www.jornalcorrida.com.br/runbrasil/?p=3382

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Abdominais de ferro


A musculatura abdominal, preponderante para o equilíbrio e mobilidade do teu corpo, é muitas vezes aquela que menos gostamos de treinar. Tão pouco é necessário fazer centenas ou milhares de contrações abdominais por semana, se o objetivo for apenas de tonificação ou manutenção.
É aqui que entra em cena um simples exercício que faz maravilhas pelos teus abdominais: a prancha. Como se faz? Muito simples; basta colocar os antebraços no solo, com as palmas das mãos viradas para baixo e os dedos a apontar para a frente. O corpo deve estar em linha reta e só as pontas dos pés devem tocar no solo.
Trata-se de um exercício isométrico, que permite tonificar os abdominais, glúteos, ombros e braços de forma muito eficaz.
Este exercício pode também ser usado como teste diagnóstico. O teu objetivo deverá ser chegar aos dois minutos nesta posição, sem te mexeres e sem sentires incómodo ou mesmo dores nas costas.
Se aguentas até 30 segundos, então os teus abdominais estão em baixo de forma. Porém, se aguentas a posição entre os 30 e os 60 segundos, isso significa que estás na média – ainda que necessites de trabalhar mais os abdominais. Se aguentas entre 60 e 90 segundos sem vacilar, então estarás em boa forma. Caso resistas mais de 90 segundos nesta posição: parabéns! Tens uns abdominais de ferro!
Queres tornar o exercício mais desafiante? Coloca os pés em cima de uma fitball ou experimenta elevar um dos pés alternadamente, durante 30 segundos.
Outro aspeto relevante deste exercício é que o podes praticar em qualquer parte, sem recurso a qualquer tipo de material.
Recorda-te que durante a realização deste exercício, a cabeça deve ficar no prolongamento da linha do corpo e que deves controlar a tua respiração. Com apenas alguns minutos por dia estarás a contribuir para a obtenção de uns abdominais de sonho e para a melhoria da tua saúde. Experimenta!
Sport Life/TM

Material da Revista Sport Life

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Qual é a melhor ou as melhores Corridas de Rua da Cidade de São Paulo?



Neste dia 25 de Janeiro, a cidade de São Paulo comemora 458 anos. A cidade tem uma população de quase 11.000.000 habitantes, 1.530 quilômetros quadrados de área, 1.769 estabelecimentos de saúde, 40 hospitais públicos, 61 hospitais particulares, 24.957 leitos hospitalares, 99 bases móveis da Polícia Militar, 93 distritos policiais, 04 postos do Poupatempo, 146 faculdades, 26 universidades, 410 hotéis,  12,5 mil restaurantes, 160 teatros, 110 museus, 260 salas em 55 cinemas, 240 mil lojas, 79 shoppings, 37 mil táxis,15 mil ônibus urbanos,1.335 linhas de ônibus, este são alguns número desta grande metrópole.




Na corrida de rua não seria diferente, pois a cidade tem várias provas e as mais importantes do País, como a Corrida Internacional de São Silvestre e a Maratona de São Paulo.
São tantas provas, que às vezes ficamos na dúvida entre correr duas e até três prova no mesmo dia, quando não corremos dois dias seguidos como um Sábado à noite e outra já no domingo pela manhã.

No dia em que comemoramos o aniversário da cidade de São Paulo, temos a realização do Troféu Cidade de São Paulo, uma forma de correr e homenagear o aniversário desta grande cidade. A Corpore  organiza um circuito que dura o ano todo com provas tradicionais como: Corrida Centro Histórico, Corrida Dos Bombeiros e Samsung Zumbi dos Palmares.

A track & Field têm a Run Series com provas no Parque Villa Lobos entre outras.

A JJS Eventos organiza o Troféu Cidade de São Paulo e  Troféu da Independência.

A yescom além de organizar a corrida internacional de São Silvestre, tem também a Maratona e Meia Maratona de São Paulo.


Para quem gosta de emoção, tem a possibilidade de correr no Autódromo de Interlagos na Super 9 K ou no Anhembi com a Indy Run 8K.

As mulheres não foram esquecidas, além de alguns privilégios em algumas provas como um espaço exclusivo, banheiros, camisetas, forma criadas provas especialmente para elas como : Circuito Vênus, Circuito W Run,  e a M 5K São Paulo.

Para quem não estar muito a fim de colocar a mão no bolso, a Prefeitura de São Paulo realiza o Circuito Popular com corridas gratuitas.

Para quem gosta de correr em grupo ou fazer uma corrida mais descontraída com os amigos, temos as corridas de revezamento e as principais são : Maratona de Revezamento Pão de AçucarAyrton Senna Racing DayEcorrida 30K


São tantas corridas que fica díficil escolher a melhor ou as melhores, certamente devo ter esquecido alguma, com tantas provas, não é fácil lembrar de todas.

Tem muitos corredores que vem de outras cidade e até Estados só para correr na cidade de São Paulo.

Amigos e colegas, gostaria que vocês escolhessem a melhor ou as melhores corridas da cidade de São Paulo ?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

10 erros comuns antes e durante uma prova

Matéria extraída na revista contra relógio edição 185 - Fevereiro 2009 - Tomaz  Lourenço  

Já corri dezenas de maratonas e meias, mais de uma centena de provas com menor distância, além de algumas ultras, de 50 a 89 km. Por isso, me considero bastante experiente, já tendo presenciado situações das mais diversas nas corridas, entre elas muitos erros de corredores, especialmente os mais novatos, mas também de gente bastante “rodada”. Com o intuito de ajudar os leitores para que problemas sejam os menores possíveis durante as competições (e até em treinos), apresento, a seguir, uma lista de 10 situações que devem ser evitadas ou devidamente corrigidas, nos dias que antecedem uma prova e no próprio dia, assim como outras 10 no transcorrer da competição. Mas deve haver outras atitudes que corredores igualmente experientes possam e queiram destacar e por essa razão a revista fica, desde já, aberta a observações dos leitores nesse sentido, e que se prontifiquem a enviá-las (por email) para a CR.

ANTES



1) NÃO PROCURAR SE INFORMAR SOBRE A CORRIDA. Ao contrário de anos atrás, quando se ia para uma prova sem muitas informações, e as surpresas aconteciam, atualmente o corredor tem facilidade para saber sobre os eventos, através de publicações e pelos inúmeros sites voltados ao segmento. A CR procura cumprir esse papel e está sempre disponível para esclarecer dúvidas sobre provas não apenas no Brasil, como também do exterior.


2) NÃO DESCANSAR O SUFICIENTE NA SEMANA. Apesar de existir toda uma teoria sobre treinamento, envolvendo várias fases de preparação, na prática sabe-se que a maioria dos corredores não realiza um planejamento de médio e longo prazo, com exceção, talvez, quando se tem em vista uma maratona ou um evento semelhante. Dessa forma, se a prova é de 10 km ou uma meia-maratona, o que se faz é realizar treinos mais rápidos e mais curtos ou um pouco mais longos e não tão fortes, para essas duas situações citadas como exemplo. Não é nada "científica" tal preparação, mas é corriqueira, porque acaba funcionando de alguma forma. Só que muitos costumam manter ou até intensificar os treinos na semana da prova, para não perder condicionamento, o que geralmente é um erro, pois se vai chegar na competição não devidamente descansado. Uma regra que os mais experientes logo constatam é a seguinte: treinos excelentes durante a semana, prova ruim no fim de semana. Portanto, para a próxima competição, opte por fazer a última semana leve, mesmo porque está provado que não se perde condicionamento em alguns poucos dias de descanso.


3) FAZER UM CAFÉ DA MANHÃ DIFERENTE DO HABITUAL. Esta recomendação está em todos os lugares e já é um lugar comum. Mas ao contrário de outras que vem sendo contestadas ou colocadas em dúvida (pela Contra-Relógio), como a necessidade de alongamento imediatamente antes de começar a correr ou a recomendação para se beber um copo d´água a cada 20 minutos, esta continua valendo e deve ser seguida, para que não se tenha surpresa antes da largada ou durante a prova. Com o agravante que banheiros costumam estar sempre cheios na área da concentração e raramente são encontrados no percurso...


4) USAR ROUPA OU TÊNIS NOVO. Outro alerta que se lê em todos os sites, revistas etc, mas curiosamente não costuma ser levado em conta por grande parte dos corredores, seja porque o desejo de estrear algo novo bate mais forte, ou porque não se considera tal recomendação como muito importante. É verdade que hoje em dia a vestimenta para a prática da corrida é algo especializado para dar o maior conforto possível ao esportista, assim como os tênis parecem que já vem "pré-amaciados", tal a qualidade que apresentam. Mas, mesmo assim, não vale a pena correr o risco de sofrer um incômodo durante a prova, por conta da roupa ou do calçado, recomendação válida especialmente para as mais longas, onde o problema tem mais chance de aparecer.


5) IR PARA A PROVA, COM POUCA ANTECEDÊNCIA E NÃO SABENDO PRECISAMENTE O LOCAL.Em várias cidades os participantes já conhecem bem onde as corridas costumam acontecer, mas não se pode esquecer que mudanças de trânsito, até por conta do evento, são sempre possíveis de ocorrer, daí este alerta, que merece especial atenção quando se trata de provas em outras cidades. Só quem já chegou atrasado para uma largada sabe o quanto é desagradável. Efetivamente, não é uma experiência que valha a pena passar.


6) NÃO PASSAR VASELINA. OUTRA RECOMENDAÇÃO CONHECIDA E MUITAS VEZES ESQUECIDA. Ela é indicada notadamente para os dias mais frios, para os corredores mais pesados e quando da participação em percursos longos. Além dos mamilos, sugere-se passar vaselina também entre coxas e na parte genital. Alguns gostam de usar o produto nos pés, igualmente para evitar assaduras, mas é necessário atenção para não exagerar, para que os pés não fiquem "dançando" na meia/tênis.


7) ALONGAR POR MUITO TEMPO. Este hábito já está arraigado entre inúmeros corredores, ainda mais que várias são as provas que fazem uma seção de alongamento pouco antes do tiro de largada. Como a revista mostrou em edições anteriores, esse "puxa-estica" imediatamente antes de começar a correr não traz qualquer ajuda (para evitar lesões ou para correr melhor) e pode até prejudicar a performance. O indicado é que se faça um simples aquecimento, através de trote, ou que se comece sem forçar, para ir acostumando a musculatura.


8) FICAR BEBENDO BASTANTE LÍQUIDO ANTES DA LARGADA. Da mesma forma que os alongamentos antes do começo de uma corrida, a falta do que fazer leva muita gente a ocupar o tempo ingerindo líquidos, para começar a prova "bem hidratado". O problema é que as pessoas exageram, e o resultado é a necessidade de parar no percurso, mesmo que a distância seja de apenas 10 km, para urinar. Antigamente acontecia de algumas corridas não garantirem um bom abastecimento durante o trajeto, mas agora o que se vê é até o contrário, com inúmeros postos de água e isotônico, daí não ter muito sentido essa preocupação com a hidratação prévia.


9) ESQUECER DE AMARRAR FIRME O TÊNIS. Naturalmente que todo mundo sabe da importância de amarrar bem o tênis, ainda mais que se precisa prender o chip. Acontece que mesmo quando essa operação é feita com cuidado, os cadarços podem se soltar durante a competição, atrapalhando o corredor e o fazendo perder algum tempo. Isto acontece especialmente quando está chovendo ou quando se transpira muito (ou se joga bastante água no corpo), fazendo com que os cadarços se amoleçam e soltem. A solução é muito simples: basta dar um nó no cadarço, após o laço. Também existe um dispositivo para prender firme o laço, enquanto alguns preferem colocar para dentro do tênis os cadarços.


10) SE POSICIONAR O MAIS NA FRENTE POSSÍVEL. É lógico que todo mundo quer sair perto da linha de largada, para não perder tempo no momento em que o congestionamento é maior, como acontece cada vez mais em nossas corridas, especialmente as nas grandes cidades. Só que esse empenho para se posicionar na frente acaba sendo pouco producente e até perigoso, a não ser que você seja efetivamente um corredor rápido. O tempo que se perde nas largadas costuma ser inexpressivo e, além disso, as provas costumam considerar os tempos líquidos, contados apenas a partir do momento em que a pessoa passa pelo tapete da largada. E a saída entre os mais rápidos, pode acarretar uma queda e muito provavelmente alguns xingamentos ou empurrões, por estar atrapalhando os demais.


DURANTE


1) COMEÇAR A PROVA MUITO FORTE. Este aspecto por vezes está relacionado ao 10º quesito da primeira parte da matéria, ou seja, muita gente larga em ritmo acelerado por ter se posicionado na frente e, com medo de ser atropelado, faz os primeiros metros "voando", mas logo cansa. Mesmo para quem corre em bom ritmo, mas não é um atleta de elite, o recomendável é sair sem forçar demais, achando sua velocidade ideal logo depois e até guardando um pouco para a parte final da competição, para uma chegada triunfante.


2) ESTABELECER UM DETERMINADO RITMO RÍGIDO. Conversa comum antes de largadas é sobre o ritmo que cada um pretende fazer. É algo até razoável tal previsão ou aspiração, mas ela precisa ser devidamente considerada, para não acabar prejudicando o resultado final do corredor, para mais ou para menos. Vamos explicar! Ao se entrar numa prova com o objetivo de fazê-la em tantos minutos por quilômetro, checando no relógio cada passagem de km, acaba se ficando escravo do ritmo, mas pode-se estar num dia ruim (cansado por alguma razão) ou a prova não estar oferecendo boas condições pelo percurso ruim ou alta temperatura. Dessa forma, não será possível cumprir o ritmo almejado e assim deve-se encarar a situação, correndo-se na velocidade "possível" naquele dia. O contrário também acontece, ou seja, começa-se a prova em determinado ritmo, mas se constata que está sobrando energia (pelas razões inversas anteriormente apresentadas) e então é o caso de esquecer o tempo previsto (e as recomendações do treinador) e correr como o corpo está aceitando e pedindo no momento, quem sabe até para conseguir o recorde pessoal na distância.


3) ERROS AO PEGAR E TOMAR ÁGUA. A questão do abastecimento parece algo simples e efetivamente é, mas os iniciantes por vezes se atrapalham. A começar pela procura logo da primeira bancada de água, sempre a mais congestionada, quando normalmente muitas outras estão pela frente. E depois de pegar o copo a recomendação é se afastar do local, para facilitar para os outros e não se chocar com os mais (ou tão) afoitos. Outra recomendação é quanto à forma de beber a água do copo. Muitos ainda abrem completamente o lacre e ao tentarem beber, além de desperdiçarem boa parte, acabam se engasgando. O correto é fazer um furo na tampa, com o dedo, e ir tomando de golinhos. E nem precisa tomar tudo, podendo o restante ser jogado na cabeça, para refrescar.


4) FICAR CORRENDO EM ZIGUE-ZAGUE. Esta recomendação é óbvia, uma vez que qualquer pessoa sabe que o mais lógico é o corredor não sair de seu caminho, desviando para um lado ou outro, porque acaba cortando a frente dos outros, com risco de quedas, além de prejudicar seu próprio rendimento, uma vez que acabará fazendo uma distância superior à aferida pelo evento. Apesar disso, alguns fazem essa "operação", quando da proximidade de postos de abastecimento, ou para conversar com um amigo, ou para ser fotografado, ou para sair na TV...


5) NÃO PROCURAR TANGENCIAR AS CURVAS. Aqui a questão é técnica e se resume a alertar para que a pessoa corra a distância efetivamente medida, resultado de uma aferição feita por pessoal gabaritado e que realiza o melhor tangenciamento possível das curvas, com o objetivo de procurar encontrar a menor distância. Ou seja, quem corre certo, completa o mesmo trajeto do medidor, enquanto os outros fazem alguns metros mais.


6) LEVAR GEL PARA UMA PROVA DE 10 KM. Citamos o gel de carboidrato, mas pode ser um outro suplemento qualquer. Efetivamente em eventos de curta distância não é necessária qualquer suplementação, para repor a energia perdida, bastando água e eventualmente o isotônico fornecido pela organização. Mesmo porque a absorção por parte do organismo demora algum tempo, daí tal ingestão não fazer qualquer diferença.


7) NÃO PARAR OU REDUZIR AO SENTIR MAL ESTAR. Correr significa se esforçar para vencer determinada distância e mesmo que não se trate de uma pessoa competitiva, algum empenho sempre será necessário. Isso poderá significar algum sofrimento durante a competição, mas deve-se separar bem o que são dores musculares ou o cansaço natural, de um mal estar repentino, como tontura, dor no peito, vontade de vomitar. Nestes casos, não se deve titubear: é parar e ir caminhando, ou pelo menos reduzir o ritmo. Se tudo voltar ao normal, a corrida continua, caso contrário procurar ajuda médica o quanto antes.


8) NÃO RELAXAR OMBROS E BRAÇOS. Pode parecer bobagem esta recomendação, na medida em que o que manda numa corrida são as pernas (e os pulmões). Mas correr muito tenso é prejudicial para o rendimento do atleta, daí se indicar que de tempos em tempos o corredor procure dar uma relaxada nos ombros e braços, e também não fique olhando fixo para frente, mas aproveitando para trocar idéias com alguém ao lado, vendo a paisagem, brincando com a platéia (quando existe...).


9) ALONGAR QUANDO SURGEM CÂIBRAS. O tema não tem unanimidade, até pelo contrário, com muita gente recomendando que se alongue quando as câibras aparecerem durante uma competição. Mas fisiologistas e fisioterapeutas comentam que tal atitude nada ou pouco ajuda, sendo mais producente simplesmente procurar caminhar até as contrações pararem ou diminuírem. Melhor ainda se a pessoa conseguir aplicar gelo no local.


10) ACABAR A PROVA, PARAR E ALONGAR. Assim como antes de começar a correr se sugere um prévio aquecimento, para depois também se indica um desaquecimento, que pode se dar através de caminhada ou mesmo um trote. Nada de parar imediatamente e começar a alongar. Esta atitude é perigosa para o sistema cardiorrespiratório porque o coração, que vinha trabalhando em ritmo acelerado, não muda automaticamente de ritmo ao se terminar a prova e, dessa forma, acaba bombeando mais sangue do que o corpo passa a necessitar. E alongar com o corpo muito quente pode levar a um esticamento exagerado das fibras musculares, com risco até de rompimento. Portanto, deixe o alongamento para depois de caminhar por uns tempos e se hidratar.

Matéria extraída na revista contra relógio edição 185 - Fevereiro 2009 - Tomaz  Lourenço  

sábado, 25 de dezembro de 2010

Dicas para Corrida de São Silvestre

Estamos próximo da mais tradicional corrida do Brasil, considerada uma prova difícil, pela distância, por ter alguns aclives e declives como a famosa e temida subida da Brigadeiro, forte calor ou as chuvas de verão, com isto preparei algumas dicas:

Uma semana antes:
Diminua o ritmo do seu treino, não adianta força o treino agora,  e ainda você correr o risco de se lesionar;
Se hidrate bem, beba muita água;

Um dia Antes:
Dedique este dia para o seu descanso;
Se hidrate bem, beba muita água, se puder beba um isotônico também;
Evite ingerir bebidas alcoólicas e comer alimentos muitos gorduroso, de preferência aos alimentos ricos em carboidratos, para dar energia, como (massas em geral, batata, arroz), e também frutas, cereais e saladas;
Durma mais cedo;

No dia Esperado:
Durma bem, descanse;
Se hidrate bem, beba muita água, se puder beba um isotônico também;
Na hora do almoço, de preferência para massas em geral (ricos em carboidratos e de fácil digestão);
Não utilize tenis novo neste dia, pois pode machucar os pés;
Escolha roupas leves e de preferência claras para usar na prova, pois facilita a transpiração;
Leve protetor solar, pois no dia da corrida costume fazer um forte calor;
Chegue cedo ao local da prova, lembrando que o horário da largada será as 16:47 horas, o ideal é chegar uma hora antes;

Quanto chegar ao local da prova
Inicie o aquecimento com no máximo meia hora antes da prova;
Faça um trote de 10 minutos e depois um alongamento,
Não deixe de ir ao banheiro;
Se posicione no local da largada 10 minutos antes;
Boa prova!!!

A Prova


Mapa do percurso:






Largada: Avenida Paulista
Um momento muito esperado por todos os amantes da corrida, mas que exige alguns cuidados: devido à aglomeração de pessoas se espremendo, tome muito cuidado e alguns objetos jogados pelo chão.
Normalmente a largada é muito lenta, tenha calma e paciência, evite sair desesperado, pois corre o risco de se machucar e estragar sua prova logo no início.

KM 1: Rua da Consolação, esquina com Av. Paulista
Neste ponto você começa a ter mais espaço para correr, mais ainda tem muita aglomeração de pessoas é o início da descida da Rua da Consolação, cuidado para não se empolgar e descer muito rápido controle o seu ritmo e guarde energia.

KM 2: Rua da Consolação, logo após o Cemitério da Consolação

KM 3 Avenida Ipiranga, próximo à Praça da República
Após a descida na Avenida Ipiranga ela começar a se afunilar, tome cuidado com a aglomeração.

KM 4: Avenida São João, próximo ao Largo do Arouche
Tem um posto de Hidratação, não se esqueça de pegar água. Mesmo que esteja com muita sede, não beba muita, cuidado com os copos plásticos no chão.

KM 5: Elevado Costa e Silva (Minhocão)
Primeira subida pela frente, a do Elevado Costa e Silva, que se encontra em meio a um conjunto de prédios. Tome cuidado neste ponto, pois as pessoas costumam jogar água dos prédios para refrescar os corredores e podem jogar outros tipos de líquido desconhecidos e objetos.

KM 6: Final do Elevado Costa e Silva (Minhocão)
Final do elevado, cuidado com a rua de paralelepípedo que leva ao Memorial da América Latina.

KM 7: Memorial da América Latina
Mais um posto de hidratação, não se esqueça de pegar água e cuidado com os copos plásticos jogados no chão.

KM 8: Av. Norma Pirruccini Gianotti

KM 9: Av. Rudge

KM 10: Av. Rio Branco
Mais um posto de hidratação, não se esqueça de pegar água e cuidado com os copos plásticos jogados no chão.
Terá uma subida chata pela frente, algumas pessoas começam a sentirem cansadas neste momento.

KM 11: Largo do Paissandu
Será uma seqüência de subidas pela frente.

KM 12: Viaduto do Chá  
Mais algumas subidas e proximidade da famosa “subida da Brigadeiro”.

KM 12,5: Início da Subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio
Hora de Avaliar como estar, e se já estiver muito cansado, diminua o ritmo, pois serão longos km de subida pela frente.
Mais um posto de hidratação, evite bebe muita água, mesmo que esteja com sede, pois pode dificultar à subida.
É normal a quebra de ritmo nesta fase da prova, cuidado com as pessoas que param de uma hora para outra neste ponto. A determinação é muito importante nesta hora.

KM 14,5: Final da subida da Av. Brigadeiro Luiz Antonio
Depois de enfrentar a fase mais difícil da prova, esta chegando o grande momento, de cruzar a chegada na Avenida Paulista, é hora de começar a comemorar todo o seu esforço.

KM 15: Chegada
Momento de comemorar muito e se hidratar bem.
Você completou a prova, é um grande vencedor, superou seus limites, não importa o seu tempo.
Parabéns !!!!!!!!!!!!!!!






JPG Passagens 728x90 I

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...