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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Análise do novo percurso da São Silvestre 2012


Treinador analisa percurso da São Silvestre 2012

Depois de muitos protestos e reclamações na edição passada, a 88ª Corrida de São Silvestre volta a ter a chegada na Paulista, e apresenta algumas mudanças em seu percurso, além do horário, que pela primeira vez passou para a parte da manhã. Madrugamos em um domingo, fizemos o percurso com o pessoal do jornal Folha de São Paulo e abaixo segue um resumo dos principais pontos da prova, além de algumas dicas importantes que poderão colaborar com seu desempenho.






Largada: Tradicionalmente em frente ao monumental MASP (Museu de Artes de São Paulo), este ano o site da organização divulga que a largada será nas proximidades da Alameda Ministro Azevedo, alguns metros à frente. Como a largada não será ampliada para duas vias e nem será dada em ondas, com a maior quantidade de inscritos - a organização espera cerca de 25.000 - ficará ainda mais difícil correr, caso você não largue nos pelotões de elite.

Se chegar cedo para pegar um bom lugar ficará ali espremido por muito tempo e certamente terá sua prova comprometida. O negócio é sair lá atrás, relaxar e correr mais para curtir a prova, sem muita preocupação de tempo. Caso saia nos pelotões de elite, recomendamos que aqueça bem e treine para sair forte, pois a multidão sai desenfreada e poderá te atropelar. Pelos mesmos motivos, procure largar mais pelas laterais e não pelo meio, onde mais gente fica concentrada.

Primeiro km: Após 500 metros de reta, o corredor já encontrará o Túnel José Roberto Fanganiello Melhem, com leve descida - a 1.a do percurso - e em seguida leve subida. Até ali a massa estará caminhando ou trotando muito leve, dado a grande quantidade de participantes. Não se preocupe com o tempo nesse momento da prova, pois realmente, nessas condições, será muito difícil correr. Já os corredores de elite e mais experientes poderão até acelerar e ganhar alguns preciosos segundos, sabendo que em seguida haverá descidas longas e a possibilidade de recuperar o fôlego.

Segunda descida: Seguindo a Av. Dr. Arnaldo, com cerca de 1.100 metros de prova, em frente ao Hospital Emílio Ribas, haverá uma curva à direita e a grande e íngreme descida da Rua Major Natanael. É sem dúvida um dos pontos mais arriscados e polêmicos da prova, onde o ritmo deverá ser muito controlado e consciente.

É possível que o fluxo da massa já esteja melhor, mas ainda não valerá a pena querer correr forte e tentar recuperar o tempo perdido, pois o corredor poderá se machucar e ou comprometer o restante da prova. Procure inclinar um pouco o tronco para trás e amortecer mais com os calcanhares, poupando bem seus joelhos e evitando queda para frente. Caso esteja chovendo o cuidado deverá ser dobrado.

Terceira descida: Passada a Major Natanael, esse ano o percurso irá pelo lado direito do famoso Estádio do Pacaembu e o corredor encontrará mais uma descida bem íngreme pelo caminho. A técnica e a preocupação deve ser a mesma. Nada de tentar correr forte, pois a prova ainda estará no começo.

Imagino que a maioria dos atletas de elite passará em ritmo forte, mas mesmo estando bem preparados, alguns também poderão pagar o preço mais para frente, pois o ditado “ para baixo todo santo ajuda” é um grande engano.

Encontrando seu ritmo: Finalmente passamos o estádio e seguimos no sentido centro da cidade, com leve inclinação da Pacaembu. Com três quilômetros de prova e melhor fluxo, já dará para ter uma noção de como realmente estará seu corpo no dia. Momento de finalmente começar a correr em seu ritmo.

Mudanças: Seguindo a Pacaembu por cerca de mais dois quilômetros, haverá uma entrada à direita, na Rua Margarida, em seguida a Alameda Olga, onde há uma segunda subida acentuada de aproximadamente 300 metros. Esta será uma das mudanças do percurso, seguindo por mais quatro ruas e avenidas novas: Tagipuru, Fuad Naufel (quinta descida), Auro Soares e Mario de Andrade para passar em frente ao Memorial da América Latina. Ao atravessar a Pacaembu, seguir uns 200 metros em frente e retornar novamente a Pacaembu, estando com cerca de seis quilômetros de prova.

Terceira subida e sexta descida: Viaduto Pacaembú com subida curta, mas considerável e a céu aberto e logo em seguida descida na altura de 6.200 metros de prova. Dá para tentar subir mais rápido e em seguida recuperar o fôlego na descida. Seguindo então pelas avenidas Dr. Abraão Ribeiro, Marquês de São Vicente e Rua Norma Pieruccini Giannotti, que são planas, porém totalmente desprovidas de sombra.

Quarta subida e ponto bem crítico: Viaduto Eng. Orlando Murgel - Muito se falou da subida da Brigadeiro, mas acreditamos que este seja um dos pontos mais difíceis da prova. Ele começa bem no quilômetro oito, com uma elevada subida e sem qualquer tipo de sombra, salvo se o tempo estiver nublado.

Em algumas edições, os vencedores da prova começaram destacar-se dos demais por ali. É um ponto onde o corredor deve agora inclinar o tronco mais à frente, pisar mais com a parte anterior dos pés, movimentar mais os braços e procurar não olhar muito para frente, para não se assustar com a inclinação.

Para muita gente a corrida é comprometida ou até mesmo termina por ali. Passada a subida vem uma descida leve (sétima), e em seguida uma leve subida, que seria a quinta da prova, para depois entrar na Av. Rio Branco, ponto também longo e plano.

Mais novidades no percurso: Av. Duque de Caxias, pista da direita (no contra fluxo), como ocorria nas edições anteriores à de 2011; a Av. São João, em um trecho inédito, e o Largo do Arouche, completando dez quilômetros ou dois terços da prova.

Av. Vieira de Carvalho, sentido Bairro, Praça da Republica, contornada pelo lado de trás, Av. Ipiranga (no contra fluxo) e novamente a Av. São João ( também no contra fluxo) passando pelos pontos antigos do Largo do Paysandu, Rua Conselheiro Crispiniano(sexta subida), Praça Ramos de Azevedo, o tão belo Teatro Municipal, Viaduto do Chá e Rua Líbero Badaró.

Mais subida na prova: Com cerca de 12,5 quilômetros de prova passa-se pelo Largo São Francisco, ponto onde há também uma íngreme subida, que será a sétima do percurso e última antes da temida Brigadeiro. Vale fazer um pouco mais de esforço para subi-la, pois bem em seguida haverá um trecho plano e uma leve descida (oitava), onde o corredor poderá se recuperar, organizar suas forças e concentrar para finalmente começar a subir a Brigadeiro Luis Antônio.

Av. Brig. Luís Antônio, oitava e última subida: Praticamente dois quilômetros de subida, porém com bastante sombra e muita gente incentivando no percurso. Aqueles que costumam treinar subidas, dê preferência no final dos treinos, e que se pouparem mais durante a prova, provavelmente tirarão de letra. 

Mais uma vez vale inclinar o tronco a frente, pisar mais com a parte da frente dos pés, movimentar mais os braços, não olhar muito para cima, concentrar-se ao máximo ou receber o maravilhoso carinho e incentivo das pessoas. Ela é sim muito dura, principalmente no quilômetro 14, bem embaixo ao Viaduto 13 de Maio. Mas a garra, a determinação, as muitas sombras e o incentivo da população serão grandes aliados.

Chegada: Finalmente termina a subida aos 14.500 metros. Dali já será possível avistar a tão esperada curva da Avenida Paulista. Entra-se à direita como nos bons tempos (eu acreditava que a organização iria ceder à pressão) e corre-se os últimos 500 metros, passando triunfante em frente às arquibancadas, recebendo o imenso carinho da população para completar os 15 quilômetros, cruzar a tão almejada faixa de largada e comemorar muito!




Texto escrito pelo Treinador Nelson Evêncio e retira do site www.webrun.com.br

http://webrun.uol.com.br/corridasderua/n/percurso-da-sao-silvestre-2012/14319

domingo, 11 de novembro de 2012

Circuito Athenas Etapa III São Paulo


Neste domingo, dia 4 de Novembro, em uma manhã fria, ocorreu a terceira etapa do Circuito Athenas em São Paulo. Com aproximadamente 4 mil corredores, a última etapa da corrida no ano teve a sua largada às 7 horas na Avenida das Nações Unidas, na altura do Hotel Transamérica.

Com provas de 4 km, 10 km e 21km.
Fotos Iguana Sports 

Veja a lista dos ganhadores:

Masculino — 21 km


1) Jose Rodrigues Dos Santos – 1h08’01”
2) Fabio Nascimento – 1h08’16”
3) Sebastião Rodrigues Viana – 1h09’48”
4) Jose Luiz Da Silva – 1h10’36”
5) Cesar Augusto Martins – 1h11’14”

Feminino — 21 km

1) Beatriz G .S  Nascimento – 1h21’56”
2) Rozirene Ferreira da Silva – 1h24’07”
3) Jucimara Felix dos Santos – 1h26’27”
4) Josefa Maria da Silva – 1h31’21”
5) Vivian de Oliveira – 1h31’33”

Masculino — 10 km

1) Luiz Ferreira de Mesquita – 32’05”
2) Antonio Isaias Ferreira de Mesquita – 32’54”
3) Claudio Roberto Macedo – 33’00”
4) Samuel Ribeiro – 33’10”
5) Antonio Soares Filho – 33’37”

Feminino — 10 km 

1) Eva Rocha Duarte – 41’41”

2) Salileia Maria da Silva – 41’43”
3) Josilene de Jesus B. Domingos – 42’54”
4) Nilza de Oliveira Santos Almeida – 43’53”
5) Cilene Sophya Santos – 44’52”

Masculino — 4 km

1) Tiago Vieira Silva – 12’25”

2) Oseias dos Santos – 12’31”
3) Jose Ferreira de Mesquita Neto – 13’25”
4) Eladio da Paz Oliveira Junior – 13’27”
5) Ademir Paulino – 13’41”

Feminino — 4 km

1) Andréia Aparecida Hessel – 14’30”

2) Maria Cristina Rodrigues – 15’27”
3) Olivia de Fatima Franco Fernandes – 16’07”
4) Thainá Grandinetti Gouvêa – 17’37”
5) Nathalia Barbosa de Jesus – 18’00”


A prova

Foi a minha primeira participação nesta prova, ganhei a inscrição da Letícia  Miyasaka da Iguana Sports, agradeço mais uma vez.
Acordei bem mais cedo do que o de costume, assim consegui aproveitar mais o dia também. 

A manhã esta bem fria com a temperatura em torno de 20º graus, para mim a melhor para correr.
No começo, como de costume a largada foi bem congestionada, mas depois dos 5 km ficou com o trafego livre, pois os corredores dos 21 km seguiam em frente em sentido a ponte estraiada e os dos 10 km voltava para a linha da largada.


O percurso era plano e meu objetivo era melhorar o tempo deste anos nos 10 km e fazer a prova abaixo de 46 minutos.



Vídeo da chegada



Nos últimos quilômetros consegui acelerar e manter o ritmo  e terminei a minha prova em 45 minutos e 18 segundos. Meu melhor tempo no ano.

Gostei muito da estrutura da prova, do kit pré e pós corrida, faço apenas uma ressalva com relação a retirada do kit que poderia ser feito no mesmo dia da prova.

Kit
Camiseta Masculina

Camiseta Feminina


Medalha



Avaliação


Hidratação: Bem distribuídos.(Bom)

Local da Prova: Diferente dos tradicionais e boa estrutura. (Bom)
Percurso: Gostei muito. (Bom)

Camiseta: Roxa, muito bonita e ótimo material, gostei. (Bom)

Medalha: Achei a medalha razoável.(Regular)

Kit Pós Prova:  Maça, banana, cookies, isotônico. (Bom)

Kit pré Prova: A opção de ser retirado no dia da prova, seria uma boa.(Bom)

Estacionamento: Fiquei muito tempo procurando para achar uma vaga.(Regular)

Guarda Volume: Não utilizei.

Vestiários: Não utilizei.

Sanitários: .( Bom)

O evento contou com stand da Netshoes, da Skol de massagem entre outros.

Divulgação do Resultado: Rápido.


Outras fotos

Fotos Iguana Sports


Fotos Iguana Sports


Fotos Iguana Sports


Para saber mais sobre o mundo das corridas, acesse a Revista The Finisher.


9° Aricanduva, como foi

Na Zona Leste de São Paulo, do dia 30 de Outubro, aconteceu a 9° Corrida Aricanduva, com percurso de 9 km, teve a sua largada às 08: 00 com os batedores da Polícia do Exército, o corrida aconteceu na Avenida Aricanduva e seus arredores.

Ao final tivemos a vitória do Keniano, Kimosop Kiprono com 0:26:35.67 no masculino e de Felismina Tchihanda Cavel, de Angola no feminino com o tempo de 0:32:41.06.


Como tradicionalmente acontece a corrida contou com a participação da banda do 2º BPE (Batalhão de Policia do Exército) que abrilhantou a festa.

 




Vencedores


RESULTADO GERAL - FEMININO
Col.NomeEquipeOficialRitmo
1Felismina Tcihanda CavelaEngefood/Sanity00:32:41.06
2Beatriz Galdino dos Santos NascimentoCasal Nascimento00:33:28.97
3Maria Aparecida FerrazLuasa Sports00:33:41.58
4Maria Lucia Alves Vieira MoraesMel/Isis/Gu/Energil/Itatiba00:34:01.04
5Rozirene Ferreira de MoraesValdir Camargo00:34:18.69



RESULTADO GERAL - MASCULINO
Col.NomeEquipeOficialRitmo
1Kimosop KipronoKenia/Luasa Sports00:26:35.67
2Rogério FerreiraCruzeiro Esporte Clube BH00:2714.04
3José Rodrigues da FonsecaGranoleves Nutrilevis Bross00:27:20.42
4Ederson Vilela PereiraBM&F Bovespa/Pão de Açúcar Nike00:27:30.79
5Edson Tiburcio AlvesCruzeiro Esporte Clube BH00:27:44.89




Altimetria

A prova contará com um percurso de 9km praticamente plano. Confira a altimetria:




Percurso




Medalha



Camiseta



A minha corrida

Meu objetivo era somente completar a prova , esperava fazer um tempo mais alto do que o convencional, como não conheço tão bem a região, fui confiando no meu GPS e acabei fazendo um percurso mais longo do que esperava e com isto cheguei mais tarde do que esperava e larguei com três minutos depois.

Fiz uma corrida de recuperação, me empolguei e acelerei, fiz uma boa prova com um ritmo bom, quando chegou na subida para entrar no shopping, desacelerei, senti a falta de treino e terminei a prova em 43:06.

Agora recuperado das lesões , estou começando a preparar para as minhas provas já pensando na Corrida de São Silvestre no final do ano.


Avaliação

Hidratação: Bem distribuídos.(Bom)

Local da Prova: Diferente dos tradicionais e boa estrutura. (Bom)
Percurso: Gostei muito, com poucos aclives e declives. (Bom)

Camiseta: Branca, gostei. (Bom)

Medalha: Achei a medalha razoável.(Regular)

Kit Pós Prova:  Maça, banana, barra de cereal e isotônico. (Regular)

Kit pré Prova: A opção de ser retirado no dia da prova, é uma boa.(Bom)

Estacionamento: Fiquei muito tempo procurando para achar uma vaga.(Regular)

Guarda Volume: Não utilizei.

Vestiários: Não utilizei.

Sanitários: .( Bom)

Divulgação do Resultado: Rápido.



Resultados da prova 9 km. 

Informações e algumas fotos retiradas do site : www.corpore.org.br






Descobrimento das Corridas de Rua?


Agora todos estão descobrindo a corrida, parecer ser uma coisa nova, esta virando modismo, novidade, principalmente com o novo projeto da Globo com o site www.euatleta.com. , no qual a pessoa escolhe um trajeto para treinar, e monitora os seus treinos. 

Para mim a corrida era uma paixão desde cedo, quando assitia a corrida de São Silvestre, ainda na década de 80 e 90, logo saia correndo e vivia na expectativa de quando faria a minha primeira prova.

Vídeo sobre eu atleta.com 


Naquela época, não tínhamos tanto acesso as informações como hoje, não conhecia equipes de treinamento.
Em 1994 com os meus quatorze anos, comecei a realizar parte deste sonho de correr e correr a Corrida Internacional de São Silvestre, participei da 1º São Silvestrinha.




Sempre fiz vários esporte e em 95 passei em uma peneira de basquetebol  SELT, conjunto desportivo Constâncio Vaz Guimarães e via as pessoas treinando na pista de atletismo, então passei a fazer atletismo também. Meses depois passei em uma peneira para correr na Faculdade de Educação Física da USP, Projeto Xerox, projeto coordenador pelo ex- corredor e treinador do Marilson, o Adauto domingues. Comecei correndo como velocista, cada dia passava por uma modalidade diferente, quando pedi para ir para aquela que considerava minha especialidade, as corrida de meio fundo e mundo, mas me machuquei e por motivo pessoais precisei sair do projeto.

Em 1996 realizei o meu sonho e fiz a minha primeira corrida de São Silvestre com os meus dezesseis anos fiz um dos meus melhores tempos e terminei os 15 km em 1 hora e 15 minutos,com dezesseis anos era a idade minima para participar da corrida, naquela época, em o evento ainda era organizado pela Gazeta e você perdia certa de meio dia para retirar o kit.
Com o trabalho e a faculdade voltei a correr em 2000 e fiz a 2º prova a em 1 hora e 21 minutos e 2002 a 3º em 1 hora e 32 min, já muito acima do peso.
Depois do casamento e uma rotina de trabalho estressante comendo muita pizza e bebendo 1 litro de refrigerante por dia, em 2007 cheguei a pesa 103 kg.
Neste período sempre tentei voltar mas o excesso de peso a falta de tempo atrapalhava. Em 2008 tentei novamente, mas senti dores no joelhos devido ao local em que treinava e excesso de peso.
Em 2009 comecei a correr e participei da primeira prova depois de anos sem correr, participei da Corrida GRAAC em Maio e fiz os 4,3 km em 21 minutos. Neste ano cheguei a pesar 92 kg, perdendo 11 kg e melhorando bastante a qualidade de vida.


Corrida GRAAC 2009


Circuito Athenas Etapa III Novembro de 2012


Voltei a participar da corrida SS e fiz 4º em 1 hora e 16 minutos, a 5º em 20120 em 1 hora e 15 minutos, a minha melhor prova, controlando bem o ritmo e subindo a brigadeiro bem, igualando a minha primeira prova de 1996, naquela era mais rápido e também afobado, sem experiencia, sai correndo como um louco e senti o ritmo no 9 km, depois alternava entre correr e andar.



Corrida SS de 2010


Em 2011 fiz a 6º corrida e 3º seguida, corri machucado e sem treinar há um mês, fui no sacrifício e fiz em 1 hora e 25 minutos.
Como ver, faz tempo que descobri a corrida, fico muito feliz que as pessoas estão descobrindo também, faço apologia a corrida e tento sempre levar alguém para a corrida também. 
Não importa que tido de atividade a pessoa prática, o importante e sair do sedentarismo e fazer atividade física na qual você se identifica mais.

Este blog foi criado para promover a corrida e atividades físicas e compartilhar experiências e relatos interessantes.

Os principais Benefícios da Corrida 
Os benefícios da corrida são ao mesmo tempo físicos e mentais. Correr é muito mais que colocar um pé a frente do outro, veja alguns dos maravilhosos efeitos desse exercício!

1- Não exige um mega equipamento: um par de tênis, short e camiseta. No caso das mulheres, um sutiã firme e cabelos presos.

2- Deixa as pernas torneadas e fortes: a musculatura dessa região é bem solicitada durante a corrida. Resultado: coxas firmes e panturrilhas trabalhadas!

3- Garante disposição para o dia-a-dia: a corrida funciona como um despertador ao estimular a produção de endorfina, neurotransmissor que dá a sensação de bem-estar.

4- Dá para praticar em qualquer lugar: você pode correr na esteira, em qualquer parque ou até mesmo na rua, podendo aproveitar suas viagens de fim de semana e férias.

5- Aumenta o fôlego: por ser um exercício aeróbio, trabalha muito com o coração e os pulmões. Quando você mexe o corpo, todo o organismo, especialmente os músculos, pede por oxigênio, que é catalisador e transforma a glicose em energia. Aí, os pulmões são obrigados a trabalhar mais rápido para garantir suprimento dessa substância e a expulsão do gás carbônico (o resultado tóxico da reação). Quem corre, habitua os pulmões a essa sobregarga para o dia a dia.

6- Faz perder peso: a corrida está no topo da lista dos exercícios que mais queimam calorias.  O valor exato, é claro, varia de acordo com o peso, a altura, a idade, o sexo e o passo de cada um.  Mas a média é de 500 calorias por hora (para uma pessoa de 70 kg).  Sem falar que, ao contrário do que se pensa, correr faz você comer menos - e melhor!  Um estudo acompanhou 10 mil pessoas durante sete anos e comprovou que a atividade regular incentiva a diminuição de açúcares, gorduras e frituras e o aumento de alimentos saudáveis.

7- Previne doenças: existem muitos jornais médicos a respeito das vantagens de praticar um esporte regularmente. A corrida, mais uma vez, sai à frente, porque é uma das modalidades de maior aderência entre os praticantes. Há benefícios comprovados em relação à osteoporose, ao risco de doenças cardíacas, câncer de ovário ou de mama, distúrbios do sono e até mesmo a respeito do controle de disfunção erétil.  Quem corre, mantém o organismo ativo e não deixa que uma série de mecanismos metabólicos enferrugem.  O corpo fica resistente aos ataques de agentes causadores de doenças, sejam eles internos ou externos.

8- Melhora, e muito, a auto-estima: correr é uma atividade relativamente fácil e que não requer um tipo físico ideal.  Sem falar, que os resultados aparecem de uma forma rápida. Aumenta a autoconfiança e a disciplina.  Saber que você é capaz de ir se superando a cada dia é o máximo!

9- Libera o estresse: conforme vai aumentando seu nível de treino e o tempo de corrida confortável (após 30 minutos) vai aumentando também a liberação de algumas substâncias que dão os efeitos de bem estar e relaxamento.

10- Exercita a cabeça:  para alguns corredores, o momento da prática é aquele em que as grandes idéias surgem.  Pode parecer bobagem, mas esse fato tem tudo a ver com o exercício!  Uma pesquisa recente indicou que a corrida regular gera uma melhora significativa da memória e de outras habilidades mentais, conhecidas como funções cognitivas. Isso, no entanto, regride quando a modalidade é abandonada.  Um outro estudo concluiu que um programa de corrida de 12 semanas é capaz de melhorar a memória dos participantes.

11- Amplia o círculo de amizades: tem gente que adora a corrida porque não precisa de time e nem de ninguém por perto.  Mas há corredores que abominam o exercício solitário e tendem a formar grupos, em que um incentiva o outro a acordar cedo, a enfrentar um terreno desafiador, a percorrer mais um quilômetro!


Não fique ai parado, comece logo a fazer uma atividade física agora e sai do sedentarismo.




Benefícios da corrida retirado do site: http://www.exercitandosaude.com.br/index.php?conteudo=select_peroque2&id=63

sábado, 27 de outubro de 2012

Por que dói? Joelho de corredor


A dor anterior do joelho é tão falada entre os praticantes de corrida que virou “joelho de corredor”

Imagem: Erika Onodera


A síndrome da dor ou desordem fêmoro-patelar acomete tanto os corredores que o diagnóstico das também conhecidas como condromalácia patelar, instabilidade patelofemoral ou tendinite patelar ganharam o apelido de “joelho de corredor”. Trata-se de dores nos joelhos, resultado de degeneração da cartilagem atrás da patela (ou rótula), em contato com o fêmur (osso da coxa). O apelido só não faz justiça porque a incidência também é grande entre jogadores de futebol, tenistas e ciclistas.
A dor, em pressão ou agulhadas, nasce no início da corrida — e também ao escalar, agachar, enfrentar escadas ou simplesmente permanecer sentado por cerca de 30 minutos (no cinema, por exemplo). A partir daí ela pode ser entendida como estágio inicial de um problema patelofemoral, depois que uma sobrecarga na atividade física, com extensão e flexão dos joelhos (musculação com aparelhos, step, agachamentos etc.), causou reações infamatórias e danos estruturais às articulações dos joelhos — um trauma crônico por fricção entre a cartilagem que protege a patela e os sulcos no fêmur (côndilos).
A condromalácia (condro: cartilagem e malácia: doença) significa exatamente o amolecimento dessa proteção na patela, o que aumenta a compressão entre esses ossos durante o movimento, causando irritação e dor.
Isso acontece porque o joelho já foi exposto a exageros nas corridas ou em outras atividades que provocaram microtraumas por repetição. Ou porque, já fora de seu movimento normal (em instabilidade ou lateralização), o conjunto articular sofre com o desequilíbrio de forças entre os músculos laterais e mediais da coxa, e também por causa do chamado joelho para dentro (valgo) — diagnosticado de oito a dez vezes mais em mulheres, por causa do osso do quadril mais largo.
A condromalácia patelar apresenta diferentes estágios, conforme o grau de degeneração da cartilagem: amolecimento, fragmentação ou fissuras, até a erosão ou perda total. Por isso há necessidade de consulta clínica imediata, ainda no início das dores. Se o atleta insistir, as fissuras na cartilagem podem expor os ossos à fricção, aumentar consideravelmente as dores e causar inchaço no joelho afetado. O tratamento cirúrgico é o último recurso, pois causará limitação da atividade esportiva.
Causas
• trauma por fricção crônica de força excessiva aplicada ao joelho
• evolução agressiva dos treinos e insistência em atividades com dor
• joelho valgo, conformação do quadril no sexo feminino, pronação acentuada dos pés, tênis inadequados
• trauma por impacto local ou estágio precoce de artrose
 Sintomas
• dores acentuadas, à frente e ao redor do joelho, ao correr, subir e descer escadas ou agachar
• estalos ou crepitação, audíveis, ao esticar ou flexionar o joelho
• dor ou ardência ao permanecer com o joelho flexionado por cerca de 30 minutos
Tratamento
• interrupção da corrida e repouso
• gelo, anti-inflamatórios, analgésicos e fisioterapia para redução da dor e regeneração dos tecidos
• fortalecer toda a musculatura da coxa, em particular o quadríceps e os internos da coxa (vasto medial e oblíquo)
 Prevenção
• com dor, interromper a corrida e buscar tratamento
• reforçar músculos para equilibrar forças na corrida
• manter fortalecidos a panturrilha, o posterior, a lateral e o quadríceps na coxa
• fazer alongamentos nos dias sem corrida
• evitar manter o joelho flexionado a mais de 90 graus
• manter peso relativo à altura, atenção à corrida em declives e ao uso de tênis corretos e até de salto alto
• observar boas condições de uso dos tênis de corrida e seu tipo de pisada
Retorno à corrida
• após equilibrar a força das pernas compor meio de musculação
• quando não mais sentir dor ao:
dobrar os joelhos ou esticar completamente a perna
caminhar e correr em linha reta, com viradas acentuadas e em “8”
pular com o joelho tratado ou com ambas as pernas

- Fontes dr. Henrique cabrita, ortopedista pela usp (universidade de são paulo), assistente do grupo do quadril do hospital das clínicas USP-SP, médico especialista em medicina esportiva, quadril e artroscopia do instituto vita. Maratonista, já completou cinco provas de 42 km.
(Matéria publicada na Revista O2 nº 114, outubro de 2012)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Fortaleça os músculos e corra melhor !!

9a
A MAIORIA dos corredores foge da musculação e dos treinos de fortalecimento, mas eles são fundamentais na prática de corrida, pois ajudam a prevenir lesões e a melhorar a performance. Camila Chiacchio, coordenadora técnica da academia Runner, unidade Klabin, em São Paulo, preparou uma série ideal para corredores. Com intensidade moderada, os exercícios de fácil execução podem ser feitos na academia ou até mesmo em praças e parques (com a ajuda de apenas um elástico), facilitando a rotina de treinamento. Segundo Camila, “são exercícios trabalham os grupos musculares mais requisitados na corrida e promovem o fortalecimento, proporcionando maior estabilidade das articulações e prevenindo contra as lesões decorrentes de sobrecarga e impacto”.

Flexão de braço

Posição inicial: coluna reta, abdome e glúteos contraídos, pés apoiados no chão, ligeiramente afastados, mãos apoiadas no chão, na linha dos ombros.
Execução: realizar flexão e extensão dos cotovelos e ombros até seu limite confortável, buscando aumentar essa amplitude sempre que possível, sem prejudicar a postura correta de execução. As mulheres podem realizar esse exercício com apoio dos joelhos (exemplo abaixo, terceira foto da esquerda para direita).
Músculos solicitados: peitoral e tríceps
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições
1final

Remada com auxílio do elástico

Posição inicial: em pé, pés ligeiramente afastados, joelhos levemente flexionados, coluna reta e abdome contraído. O elástico deve estar preso em um apoio firme.
Execução: realizar flexão e extensão dos cotovelos, trazendo as mãos até a lateral do tronco, na altura entre a cintura e o peitoral.
Músculos solicitados: costas e bíceps
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições
2 final

Afundo

Posição inicial: em pé, pés afastados na distância de um passo largo, coluna reta e abdome contraído.
Execução: um passo a frente, flexão e extensão dos joelhos e quadris, formando um ângulo de 90° nas duas pernas, na fase de descida do movimento. Ênfase na musculatura anterior da coxa e glúteos da perna à frente.
Músculos solicitados: quadríceps e glúteos
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições para cada perna
3 final

Flexão de perna em pé

Posição inicial: coluna reta e abdome contraído, pés paralelos, mãos apoiadas em uma superfície firme.
Execução: flexão de joelho.
Músculos solicitados: Posteriores da coxa
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições para cada perna
4 final

Panturilha em pé

Posição inicial: pés ligeiramente afastados, coluna reta e abdome contraído.
Execução: flexão e extensão de tornozelos. Utilizar um degrau como apoio para a ponta dos pés aumenta a amplitude e a dificuldade do exercício
Músculos solicitados: gastrocnêmios e sóleo
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições para cada perna
5 final

Elevação lateral com auxílio do elástico

Posição inicial: em pé, pés paralelos apoiados no centro do elástico, coluna reta, abdome contraído.
Execução: flexão de ombros, mantendo os cotovelos estendidos, levando o elástico até a altura do ombro.
Músculos solicitados: deltóides (ombros)
Séries: de 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições
6 final

Prancha dorsal

Posição inicial: deitado em decúbito dorsal, joelhos flexionados, pés ligeiramente afastados apoiados no chão, braços alinhados ao lado do tronco.
Execução: elevação de quadril, com contração abdominal e de glúteos, movimento lento. Músculos solicitados: estabilizadores da coluna
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições
7final

Abdominal reto

Posição inicial: deitado em decúbito dorsal, joelhos flexionados e pés ligeiramente afastados apoiados no chão. Mãos apoiadas atrás da cabeça.
Execução: flexionar o tronco, contraindo a musculatura abdominal
Músculos solicitados: abdominal.
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições
8final

Abdominal oblíquo

Posição inicial: deitado em decúbito dorsal, joelhos flexionados e pés ligeiramente afastados apoiados no chão. Mãos apoiadas atrás da cabeça.
Execução: Flexionar o tronco diagonalmente, levando o cotovelo direito em direção ao joelho esquerdo. Terminada 1 série, fazer o movimento levando o cotovelo esquerdo em direção ao joelho direito.
Músculos solicitados: abdominal, com ênfase na musculatura oblíqua do abdome
Séries: de 2 a 3 séries de 12 a 15 repetições para cada lado
9 final
- da Redação (Tatiana Gomes)
Fonte:
Publicação retirada do jornal da corrida
http://www.jornalcorrida.com.br/runbrasil/?p=3382
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