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domingo, 13 de maio de 2012

Como foi : 12ª Corrida e Caminhada GRAACC


A 12ª edição da Corrida e Caminhada GRAACC reuniu mais de 7 mil participantes no Parque do Ibirapuera, na manhã deste domingo (6/5). O evento em prol das obras de expansão do hospital do GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer arrecadou cerca de 624 mil reais para a instituição.





Mais sobre o GRAACC 

Referência no tratamento e pesquisa do câncer infanto-juvenil na América Latina, principalmente em casos de alta complexidade, e uma das mais respeitadas e bem-sucedidas ONGs do país, o GRAACC, criado em 1991, tem a missão de garantir a crianças e adolescentes com câncer todas as chances de cura com qualidade de vida. A organização é reconhecida pelos expressivos resultados obtidos na cura do câncer infantil, alcançando índices de cerca de 70%, semelhantes aos de instituições de saúde europeias e norte-americanas.
O GRAACC tem um hospital próprio e realiza mais de 18 mil consultas, 1,3 mil cirurgias, 30 transplantes de medula e 1,6 mil sessões de quimioterapia anualmente.  Com um orçamento de R$ 64 milhões anuais, atende em média 2.700 crianças e adolescentes por ano. Informações: www.graacc.org.br

Resultado da Prova de 10km




Outros Resultados:
10 km
3,1 Km Caminhada



Camiseta

Mapa do percurso










Medalha





A Corrida

Na 12° Corrida Corpore GRAACC , comemoro três anos de corrida , em maio de 2009, voltei a participar de provas de corrida de rua, depois de muitos anos sem correr. Além de poder ajudar e contribuir com a GRAACC, esta prova marcou  a minha volta as corrida depois de uma tendinite plantar e patelar. Não participava de corrida de rua deste a última no dia 25 de Janeiro, no aniversario de São Paulo.

Mesmo sem ter treinado como devia, treinei por volta de 15 dias para esta prova, como todo viciado em corrida, não podia fica de fora, meu objetivo era fazer uma prova em um ritmo moderado, um trote e fecha a prova de 10 km abaixo de 1 hora.

Meu instinto de correr falou mais alto e comecei logo na largada correndo mais rápido do que esperava e fazendo um ritmo mais próximo do que eu estava acostumado. fiz um prova em um ritmo intervalando entre forte e fraco, pois estava sem ritmo de prova e não queria terminar a prova andando ou parar por lesão.
Fiz uma prova com tempo abaixo do esperado e terminei os 10 km em 48:38, sei que poderia ter forçado mais, mas resolvi não arriscar. Para mim foi um bom resultado, pois a última vez em que fiz este percurso(Corrida Samsung Novembro de 2011) terminei  em 47:17 e meu melhor tempo foi exatamente na prova da GRAACC no ano passado, completei em 44:02.

Agora o ano começou para mim, preciso recuperar o tempo perdido e buscar novos recorde e desafios, e que venha as próximas corridas.
Estou voltando pra casa outra vez, com muita saudades das corridas.


 Inscrições
As inscrições foram feitas pela internet , Associados Corpore pagaram R$ 60,00 e Não Associados Corpore R$ 75,00.


Avaliação

Hidratação: Bem distribuídos.

Local da Prova: Local tradicional e bem conhecido pelo corredores de São Paulo. 

Percurso: Gostei muito, com poucos aclives e declives. 

Camiseta: Não gostei muito.

Medalha: Não gostei, achei o material frágil.

Kit Pós Prova:  Maça e banana, que me lembrou, achei fraco, já foi bem melhor

Kit pré Prova: A opção de ser retirado no dia da prova, é uma boa.

Estacionamento: Precisa ficar rodando para encontrar uma vaga, além de ter muitos flanelinhas.

Guarda Volume: Não utilizei.

Posto de Hidratação: Bem distribuídos, mas as garrafas de 500 ml geram muito desperdícios, pois durante a prova os corredores acabam não bebendo tudo e descartando as garrafas ainda cheias. 

Vestiários: Não utilizei.

Sanitários: Poucos e muitas filas.

Divulgação do Resultado: A divulgação foi rápida e eficiente.


Informações e fotos retirado do site: www.corpore.org.br

sábado, 12 de maio de 2012

Feliz Dias das Mães



Quero desejar a todas as Mães, corredoras, trabalhadores, um feliz dia Das Mães, em especial para minha Mãe Helena, por tudo que ela já fez e faz e para minha esposa Leide, a Mãe dos meus filhos.


Feliz dia das Mães
Mensagem Dia das Mães

Assista ao vídeo muito legal em homenagem ao dia das Mães

domingo, 4 de março de 2012

Quebra de recordes na Meia Maratona Internacional de São Paulo 2012


A Meia Maratona Internacional de São Paulo foi vencida por dois quenianos neste domingo (04/03), a corredora Pasalia Kipkoech Chepkorir na categoria feminina e Joseph Kachapin Aperumoi entre os homens. A surpresa foi justamente a vitória de um africano na categoria masculina, já que os brasileiros venceram as últimas edições da prova.

A largada da elite masculina foi dada junto com a categoria geral, às 7h30 na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu. Sob a temperatura de 19 °C, o sol já estava forte – apesar de o céu estar parcialmente nublado.

A prova bateu o recorde de inscritos com 11 600 participantes, segundo o organizador.

Prova rápida- Esta foi a edição mais rápida na história da Meia de SP. Os dois recordes (masculino e feminino) foram quebrados. No masculino, o queniano Joseph Aperumoi completou os 21 quilômetros em 1h01min38, batendo a marca de 1h03min12 de Marílson Gomes, em 2011.

“O clima estava igual ao do Quênia, nem quente nem frio”, comemora Joseph, que chegou ao Brasil apenas na sexta-feira. “Foi fácil porque treinei muito na altitude do Quênia”, completa o africano, que fica no País até maio. É a segunda passagem dele no Brasil – em janeiro correu três provas e teve bom desempenho em todas.

Marílson chegou logo atrás, com 1h01min46. “Queria correr forte. Eu ‘saí’ muito cedo, abri 50 metros a partir do quarto quilômetro e corri só. Ele me ultrapassou no 17º, tentei reagir, mas ele estava melhor”, reconhece o brasileiro.

“Foi uma estratégia suicida (forçar no início), mas o objetivo era esse, correr forte. Fiz a minha melhor marca aqui e fico feliz pelo resultado, triste só por perder a prova”, acrescenta.

O terceiro colocado foi Paulo Roberto de Almeida Paula, com 1h02min31. “Fiz a minha prova, sei como estou treinando. A Meia de SP é uma corrida pesada em que não se pode ter quebra de ritmo, senão paga um preço alto. Fiz na minha condição e tive um bom resultado”, conclui.

Confira a classificação da categoria masculina da Meia Maratona Internacional de São Paulo:


  • 1º Joseph Kachapin Aperumoi (QUE) – 1h01min38



  • 2º Marílson Gomes dos Santos – 1h01min46



  • 3º Paulo Roberto de Almeida Paula – 1h02min31



  • 4º Stanley Kipchirchir Koech – 1h02min53



  • 5º Giovani dos Santos – 1h02min59



  • Pasalia completou a prova em 1h12min29, batendo o recorde da compatriota Angelina Mutuka, que em 2009 fez 1h14min14. É quinta vez consecutiva que as quenianas vencem a Meia de São Paulo, sempre com uma fundista diferente. 

    “Nada mal”, diz a vencedora, usando expressão recorrente entre seus compatriotas. “O clima estava bom, foi fácil para mim”, assume Pasalia, que elogiou as adversárias. “As brasileiras estão em boa forma. Mas depois que eu comecei a 'pisar', fui sozinha”.

    A veterana colombiana Erika Suarez ficou com a segunda colocação, completando os 21 quilômetros em 1h13min14. Cruz Nonata foi a melhor brasileira, com 1h12min25. Ela também correu abaixo do recorde anterior e endossa o caráter de velocidade da prova.

    “Foi uma corrida muito rápida”, analisa a brasileira, que se manteve no pelotão de frente até o décimo quilômetro. “Depois a Pasalia me passou, eu fui atrás mas não consegui manter. Fiquei brigando com a segunda (Erika), tentei até o final, mas não deu.

    Em todo caso, a brasileira, que se prepara para tentar o índice olímpico em abril para a Maratona ficou satisfeita com o resultado. “Foi uma ótima prova para mim”, encerra Cruz, que competiu pela primeira vez no ano em São Paulo.

    Confira a classificação da categoria feminina da Meia Maratona Internacional de São Paulo:


  • 1º Pasalia Kipcoech Chepkorir (QUE) – 1h12min29



  • 2º Erika Abril Suarez (COL) – 1h13min14



  • 3º Cruz Nonata da Silva – 1h13min25



  • 4º Sueli Pereira Silva – 1h14min35



  • 5º Jacklyne Chemwek (QUE) – 1h15min48



  • Quero parabenizar todos que participarão da prova, muito participarão da sua primeira prova , sua primeira Meia Maratona, superando seus limites, enfrentando um grande desafio e batendo seus recordes pessoais. Através de muito treino, esforço, determinação e força de vontade e superação!!!

    Fonte : www.webrun.com.br 

    quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

    Fascite Plantar



    Muito boa esta matéria da Revista Runner World Brasil e resolvi postar . 
    Já tive este problema é muito inconveniente.



    Arqui-inimigo

    Todos os segredos pora combater a fascite plantar

    Ilustração: Bryan Christie
    A fascite plantar é uma lesão que provoca dor no arco do pé e também frustração. A recuperação é lenta e o índice de recorrência é alto. As causas mais comuns são o esforço repetitivo e o excesso de pronação, que provocam micro rupturas e inflamação na fáscia plantar (tecido que recobre a planta do pé). Para lidar com isso, o corpo coloca um aglomerado de fibras sobre a área lesionada. E como essa nova camada não tem tanta elasticidade quanto o tecido sadio, a fáscia fica vulnerável a outras lesões. Se você sente dor no calcanhar há mais de três meses, já experimentou outros tratamentos sem sucesso e está disposto a pagar, literalmente, para ter alívio, fale com seu médico sobre os procedimentos inovadores apresentados a seguir.
    Bom e barato
    Dor no arco do pé? Experimente algumas receitas caseiras

    - Role uma garrafa d'água congelada embaixo do arco do pé


    - Alongue o arco do pé antes de se levantar da cama


    - Alongue a panturrilha antes e depois das corridas


    - Diminua o volume de treino e faça cross-training


    - Faça massagem rolando uma bolinha de golfe embaixo do arco plantar


    Terapia por ondas de choque
    Método: As ondas concentradas estimulam a produção de colágeno, contribuindo para a cura da área lesionada. O tratamento com alta energia dá resultados em uma aplicação, mas é doloroso e requer sedação. Na opção com baixa energia, a pessoa fica acordada, mas são necessárias várias sessões.

    Resultado: Pesquisas indicam índices de cura de cerca de 80% em pacientes que não responderam a outras terapias. "Após a primeira sessão, você terá a sensação de que a área lesionada foi alongada. Depois de mais duas, você vai perceber uma melhora dramática", afirma Clint Verran, maratonista e fisioterapeuta americano que usa a terapia de baixa energia.

    Custo: Cerca de 500 a 800 reais por sessão.
    Plasma enriquecido de plaquetas
    Método: O sangue colhido do paciente é centrifugado e obtém-se um concentrado de plaquetas que, em seguida, é novamente injetado na área lesionada. As plaquetas contêm fatores de crescimento que estimulam a regeneração do tecido.

    Resultado: Pesquisas recentes sobre fascite plantar são promissoras. Stephen Pribut, podiatra (especialista em pé) em Washington, Estados Unidos, afirma que este poderá ser o tratamento do futuro na medicina esportiva, mas ele ainda está sendo estudado como indicação para o tratamento da fascite.

    Custo: Cerca de 1000 a 3000 reais.
    Botox
    Método: A toxina botulínica é injetada na fáscia plantar para provocar a paralisia do nervo e reduzir a dor e a inflamação.

    Resultado: Estudos indicam que pessoas que sofriam de fascite plantar relataram redução significativa da dor após o tratamento. Porém, segundo Stephen, são necessárias pesquisas para avaliar os efeitos da terapia no longo prazo. Além disso, o botox pode bloquear a dor, mas não cura a lesão.

    Custo: Cerca de 800 a 1200 reais por sessão.
    Agulhamento seco
    Método: Usa-se uma agulha para fazer punções na fáscia plantar, no pé que apresenta dormência. Com isso, provoca-se um pequeno sangramento, fazendo com que as células sanguíneas sejam recrutadas para curar o tecido. Alguns médicos também aplicam injeção de corticóides.

    Resultado: Um estudo da Universidade de Gênova (Itália), publicado em dezembro de 2008, relatou índice de cura de 95% com o uso combinado de agulhamento seco e corticóides. No entanto, essa combinação pode não ser necessária. "Eu uso apenas a técnica do agulhamento seco e a eficácia é de aproximadamente 90%", afirma o radiologista Levon Nazarian, da Thomas Jefferson University, em Philadelphia, EUA.

    Custo: Varia bastante, de 500 a 1500 reais, pois é um procedimento realizado somente em consultório, com anestesia local.
    Émbaixo do pé
    A fascia plantar se estende do calcanhar até os dedos do pé
    Colaboração: Rogério Teixeira da Silva, doutor em ortopedia e medicina esportiva pela Unifesp



    Fonte: Revista Runner's World Brasil
    http://runnersworld.abril.com.br/materias/inimigo/

    domingo, 12 de fevereiro de 2012

    Avalie o seu desempenho



    Faça o Teste de Cooper e avalie o seu desempenho

    O Teste de Cooper é um teste de preparo físico idealizado pelo médico e preparador físico norte-americano Kenneth H. Cooper. O teste consiste numa corrida em velocidade constante que varia de acordo com a idade, sexo e seu desempenho (profissional ou amador). Este método é adequado para atletas pois exige 100% da velocidade (carga). Para um atleta masculino profissional exige-se um desempenho de 3200 metros em 12 minutos para sua boa forma.
    O teste de Cooper de 12 minutos é um dos testes mais populares de avaliação da capacidade cardiorrespiratória.
    Objetivo: Avaliar a aptidão aeróbica.
    Equipamentos necessários: Pista de corrida oval e plana ou pista de atletismo, cones para marcação, folha para anotação de dados, cronômetro.
    Procedimentos: O avaliado deverá correr ou andar sem interrupções durante 12 minutos, sendo registrada a distância total percorrida durante este tempo. Recomenda-se marcar as distâncias em intervalos definicos com cones ao redor da pista para facilitar a vizualização e a medição da distância percorrida pelo avaliado.
    Dicas para realizar o “Teste de Cooper”:

    Recomenda-se também, que no dia do teste, se faça um ligeiro aquecimento, que poderá constar, de cerca de 15 minutos em corrida lenta e exercícios de descontração.
         Use um calçado adequado para corrida.
         O percurso para fazer o teste deve ser plano.
       Ao finalizar o teste não pare abruptamente, nem sente de imediato. Caminhe por alguns minutos, até normalizar completamente o fluxo respiratório.
    Como refere o drº cooper, este   teste, não deve ser efectuado por pessoas que não o possam cumprir, e aconselha pelo menos duas semanas de treino, pois ele vai exigir o esforço máximo.




    Tabela com os índices recomendados:

    Teste de Cooper
    IdadeÓtimoBomRegularRuimPéssimo
    13-14M2100+ m1700 - 2099m1600- 1699 m1500 - 1599 m1500- m
    F2000+ m1900 - 2000 m1600 - 1899 m1500 - 1599 m1500- m
    15-16M2800+ m2500 - 2800 m2300 - 2499 m2200 - 2299 m2200- m
    F2100+ m2000 - 2100 m1700 - 1999 m1600 - 1699 m1600- m
    17-20M3000+ m2700 - 3000 m2500 - 2699 m2300 - 2499 m2300- m
    F2300+ m2100 - 2300 m1800 - 2099 m1700 - 1799 m1700- m
    20-29M2800+ m2400 - 2800 m2200 - 2399 m1600 - 2199 m1600- m
    F2700+ m2200 - 2700 m1800 - 2199 m1500 - 1799 m1500- m
    30-39M2700+ m2300 - 2700 m1900 - 2299 m1500 - 1899 m1500- m
    F2500+ m2000 - 2500 m1700 - 1999 m1400 - 1699 m1400- m
    40-49M2500+ m2100 - 2500 m1700 - 2099 m1400 - 1699 m1400- m
    F2300+ m1900 - 2300 m1500 - 1899 m1200 - 1499 m1200- m
    50+M2400+ m2000 - 2400 m1600 - 1999 m1300 - 1599 m1300- m
    F2200+ m1700 - 2200 m1400 - 1699 m1100 - 1399 m1100- m
    Teste de Cooper(Experiência com atletas)
    ÓtimoBomRegularRuimPéssimo
    Homem3700+ m3400 - 3700 m3100 - 3399 m2800 - 3099 m2800- m
    Mulher3000+ m2700 - 3000 m2400 - 2699 m2100 - 2399 m2100- m



    Análise dos resultados:
    Após finalizar o teste, compare a distância percorrida com as tabelas abaixo. Como avaliação, Cooper estabeleceu cinco categorias: péssimo, ruim, regular, boa e ótimo. Ex.: se em 12 minutos uma mulher com menos de 40 anos percorre 2.000 metros está classificado na categoria “boa".




    Fontes:
     Wikipédia, a enciclopédia livre.
    site:http://avaliacaofisica.org/

    quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

    Largada em ondas

    Foto do Site da Corpore
    Largada em ondas, em curva, faixa, por cor e zigue -zague. Os organizadores parecem que perceberão que um dos grandes problemas da corrida de rua é na hora da largada. 
    As corrida de rua estão atraindo a cada dia um grande número de participantes e as rua estão ficando curtas para suportar um grande número de pessoas ao mesmo tempo na Largada, resultado disto, um aglomerado de pessoas se esbarrando, tropeçando e até mesmo correndo o risco de cair e se lesionar.

    Então como resolver este gargalo das corridas de rua ?

    A Corpore pretende fazer uma experiência na Corrida de Abertura do Circuito Corpore com a Largada em Ondas.

    Como vai funcionar:

    Serão 3 ondas (3 largadas).

    1ª Largada Geral acontecera às 8hs, para Elite B/C. (5,2Km e 11Km)

    2ª Largada Geral  terá deslocamento às 8:05hs  (5,2Km e 11Km)

    3ª Largada Geral  terá deslocamento às 8:10hs  (5,2Km e 11Km)

    Deficientes Visuais - Largam às 7:55hs

    Com isto todos os atletas vão larga de acordo com o seu ritmo de corrida.

    O método é parecido com o utilizado na Maratona de Nova Iorque, que tinha problema com a largada também, devido ao grande número de participantes. Então os organizadores resolverão dividir a largada por ondas. A largada é dividida em três partes, por exemplo, tem 9000 corredores, divide em três largada com 3000 corredores cada partes ou ondas. Primeiro larga uma onda, depois de um tempo determinado a segunda e depois de um tempo determinado a terceira e assim sucessivamente. Quem determinar quantas ondas são necessárias e intervalo de tempo é o organizador.

    Foto do Site da Corpore
    Parece uma medida boa, mas precisa da colaboração e bom senso das pessoas, muitos corredores não consegue correr em um ritmo rápido, mas insiste em desobedecer em larga na frente e não consegue acompanhar o ritmo dos corredores mais rápido e logo começam a anda, atrapalhando que vem correndo de trás em um ritmo rápido.
    Outro ponto importante é que se os amigos querem correr juntos, o mais rápido corre junto com o mais lento nas ondas de trás e não o inverso, corredor mais lento largando entre os mais rápidos.
    Acredito que estas medidas possam melhorar o fluxo de corredores nas ruas, mas outras idéias são sempre bem vindas.
    Um das idéias que defendo é traçar uma divisão imaginária da rua entre direita e esquerda, deixando o lado esquerdo para os mais rápidos ou ultrapassagem e o lado direito par aos corredores mais lentos, que queiram andar ou caminhar ou até mesmo descansar um pouco. Da mesma forma que acontece com os carros, mais lentos na direito e mais rápidos na esquerda.


    Maiores informações sobre a corrida a largada em ondas acesse aqui.
    Amigos e colegas corredores o que acham da largada em ondas?

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